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31 de dezembro de 2010
30 de dezembro de 2010
Crônica de links sobre um casarão da Rua Augusta
http://www.flickr.com/photos/magiozal/3617573249/
http://www.orkut.com/CommMsgs?cmm=601168&tid=5346271291725517149
http://www.saopauloantiga.com.br/rua-dona-antonia-de-queiros/
http://www.flickr.com/photos/frankie_figg/5259753884/
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/845984-casarao-na-rua-augusta-em-sp-da-lugar-a-predio.shtml
http://www.orkut.com/CommMsgs?cmm=601168&tid=5346271291725517149
http://www.saopauloantiga.com.br/rua-dona-antonia-de-queiros/
http://www.flickr.com/photos/frankie_figg/5259753884/
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/845984-casarao-na-rua-augusta-em-sp-da-lugar-a-predio.shtml
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29 de dezembro de 2010
Ó:
Se você quer bloquear a posse de Tiririca e Leandro do KLB porque, apesar deles estarem indo a seus parlamentos de acordo com as regras do jogo eles não seriam “adequados” para seus cargos, sorry, você não acredita em democracia.
16 de novembro de 2010
Triste (ou: lembre-se disso da próxima vez que for fazer compras no Internacional Shopping de Guarulhos)
O Casarão Saraceni que ficava em meio às árvores frutíferas acabou ilhado ao meio do estacionamento do shopping. Tombado pelo Conselho de Patrimônio Histórico de Guarulhos em 2000, o casarão que ultimamente não estava sendo utilizado, estava em boas condições de conservação e preservação.
Em 2009, o vereador Geraldo Celestino (PSDB) entrou com um pedido de destombamento do imóvel alegando que o patrimônio não possuía nenhum vínculo histórico e arquitetônico. O destombamento foi aprovado pela Câmara de Vereadores e precisava da autorização do Conselho de Patrimônio Histórico.
O mais aterrorizante é que o destombamento foi aprovado pelo Conselho do Patrimônio Histórico tendo como base um parecer técnico de Carlos Augusto Mattei Faggin, professor titular da FAU–USP e conselheiro do CONDEPHAAT. Neste parecer, Faggin afirma que “nada justifica a permanência desta obra. Podemos ficar sem o Casarão que não chega a ser relevante e nada tem de interessante”.
Em 2009, o vereador Geraldo Celestino (PSDB) entrou com um pedido de destombamento do imóvel alegando que o patrimônio não possuía nenhum vínculo histórico e arquitetônico. O destombamento foi aprovado pela Câmara de Vereadores e precisava da autorização do Conselho de Patrimônio Histórico.
O mais aterrorizante é que o destombamento foi aprovado pelo Conselho do Patrimônio Histórico tendo como base um parecer técnico de Carlos Augusto Mattei Faggin, professor titular da FAU–USP e conselheiro do CONDEPHAAT. Neste parecer, Faggin afirma que “nada justifica a permanência desta obra. Podemos ficar sem o Casarão que não chega a ser relevante e nada tem de interessante”.
1 de novembro de 2010
Mudaram várias coisas, mas uma coisa não mudou
A maioria das vagas no congresso nacional do Brasil ficaram na mão dos 4 grandes: PT, PMDB, PSDB e DEM. É assim desde 1988, quando a nova constituição foi feita e promulgada.
31 de outubro de 2010
Você até pode achar babaquice da minha parte, mas a verdade…
…é que eu gosto de votar. Independente dos candidatos perderem ou ganharem no final (e do que eles irão fazer depois…), o que vale é poder participar do processo.
25 de setembro de 2010
Revistas num sábado pré-eleitoral

Na banca de jornal daqui do bairro hoje vi as capas das revistas semanais que saíram neste fim-de-semana. Umas contra o PT & aliados, outras claramente a favor, e outras contra a oposição ao PT & aliados. E então, cadê a tal da “ditadura monopolista da mídia” que alguns dizem existir por aí???
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12 de julho de 2010
Copa do Mundo 2010 - o final

(via crisdias -> fuckyeahdementia)
Ele acertou mais uma vez: a Espanha foi a campeã — para o desconsolo das ideias separatistas de plantão naquele país.
PS: E a vida imita a arte.
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10 de julho de 2010
E essa Copa, do Ouro ao Bronze…
…vai caindo nas mãos da velha Europa. E Paul, o polvo, acerta mais uma vez!
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9 de julho de 2010
25 de junho de 2010
25 de junho
Há um ano atrás, Michael Jackson morreu. Há um ano atrás, Farrah Fawcett morreu. Há um ano atrás, meu pai sofreu uma cirurgia de emergência. Há um ano atrás, minha mãe foi demitida.
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15 de junho de 2010
O jogo do Brasil é às 15:30h, ainda não é meio-dia…
…e o twitter já começa a baleiar.
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13 de junho de 2010
18 de março de 2010
Pressão da opinião pública faz diferença
Pois é, né, depois de serem revelados os perigos anti-democráticos por trás do tal PNDH-3, o governo recuou e vai retirar dele justamente as propostas que colocavam a liberdade de expressão e o poder da justiça constituída em perigo. Melhor assim. Melhor para o Brasil. Se a gente tivesse aprendido mais a protestar e descer o sarrafo dobre aquilo que não aceitamos, com certeza muita coisa ruim não teria sido imposta à gente. Mas estamos aprendendo.
1 de fevereiro de 2010
7 de janeiro de 2010
Lembram do “Bug do Milênio”?
It's Always the End of the World as We Know It
IT seems so distant, 1999. Bill Clinton had survived impeachment, his popularity hardly dented, Sept. 11 was just another date and music fans were enjoying a young singer named Britney Spears.
But there was a particular unease in the air. The so-called Y2K problem, the inability of computers to read dates beyond 1999 threatened to turn Jan. 1, 2000 into a nightmare. The issue had first been noticed by programmers in the 1950s, but had been ignored. As the turn of the century loomed, though, it seemed that humankind faced a litany of horrors.
(…)
No doubt part of the blame must go to those consultants who took businesses and governments for an expensive ride in the lead-up to New Year’s Day. But doom-laden exaggerations about Y2K fell on ears that were all-too receptive. The Y2K fiasco was about more than simple prudence.
Religions from Zoroastrianism to Judaism to Christianity to U.F.O. cults have been built around notions of sin and the world’s end. The Y2K threat resonated with those ideas. Human beings have constructed an enormous, wasteful, unnatural civilization, filled with sin — or, worse in some minds, pollution and environmental waste. Suppose it turned out that a couple of zeros inadvertently left off old computer codes brought crashing down the very civilization computers helped to create. Cosmic justice!
The theme of our fancy inventions ultimately destroying us has been a favorite in fiction at least since Mary Shelley’s “Frankenstein.” We can place alongside this a continuous succession of spectacular films built on visions of the end of the world. Such end-time fantasies must have a profound, persistent appeal in order to keep drawing wide-eyed crowds into movie theaters, as historically they have drawn crowds into churches, year after year.
Apocalyptic scenarios are a diversion from real problems — poverty, terrorism, broken financial systems — needing intelligent attention. Even something as down-to-earth as the swine-flu scare has seemed at moments to be less about testing our health care system and its emergency readiness than about the fate of a diseased civilization drowning in its own fluids.
Bom, da minha parte o que eu fiz sob influência da tal ameaça do “Bug do Milênio” foi, just in case, sacar um dinheiro num caixa automático na R. Augusta na noite do dia 31 de dezembro de 1999 e depois ser entrevistada por uma repórter do JT sobre isso. Pouco depois, eu estava de branco na Av. Paulista pulando com minha irmã e um amigo dela durante o Reveillon da Paulista com um show da Ivete Sangalo. ;-)
IT seems so distant, 1999. Bill Clinton had survived impeachment, his popularity hardly dented, Sept. 11 was just another date and music fans were enjoying a young singer named Britney Spears.
But there was a particular unease in the air. The so-called Y2K problem, the inability of computers to read dates beyond 1999 threatened to turn Jan. 1, 2000 into a nightmare. The issue had first been noticed by programmers in the 1950s, but had been ignored. As the turn of the century loomed, though, it seemed that humankind faced a litany of horrors.
(…)
No doubt part of the blame must go to those consultants who took businesses and governments for an expensive ride in the lead-up to New Year’s Day. But doom-laden exaggerations about Y2K fell on ears that were all-too receptive. The Y2K fiasco was about more than simple prudence.
Religions from Zoroastrianism to Judaism to Christianity to U.F.O. cults have been built around notions of sin and the world’s end. The Y2K threat resonated with those ideas. Human beings have constructed an enormous, wasteful, unnatural civilization, filled with sin — or, worse in some minds, pollution and environmental waste. Suppose it turned out that a couple of zeros inadvertently left off old computer codes brought crashing down the very civilization computers helped to create. Cosmic justice!
The theme of our fancy inventions ultimately destroying us has been a favorite in fiction at least since Mary Shelley’s “Frankenstein.” We can place alongside this a continuous succession of spectacular films built on visions of the end of the world. Such end-time fantasies must have a profound, persistent appeal in order to keep drawing wide-eyed crowds into movie theaters, as historically they have drawn crowds into churches, year after year.
Apocalyptic scenarios are a diversion from real problems — poverty, terrorism, broken financial systems — needing intelligent attention. Even something as down-to-earth as the swine-flu scare has seemed at moments to be less about testing our health care system and its emergency readiness than about the fate of a diseased civilization drowning in its own fluids.
Bom, da minha parte o que eu fiz sob influência da tal ameaça do “Bug do Milênio” foi, just in case, sacar um dinheiro num caixa automático na R. Augusta na noite do dia 31 de dezembro de 1999 e depois ser entrevistada por uma repórter do JT sobre isso. Pouco depois, eu estava de branco na Av. Paulista pulando com minha irmã e um amigo dela durante o Reveillon da Paulista com um show da Ivete Sangalo. ;-)
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