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7 de outubro de 2012
Desde a proclamação da República, apenas 16 prefeitos de São Paulo foram eleitos pelo voto direto
O caminho para o paulistano escolher seu prefeito foi sinuoso e cheio de obstáculos. Desde a República, o paulistano foi às urnas apenas 16 vezes nesses 123 anos. O próprio cargo de prefeito só surgiria dez anos depois da proclamação.
Com as Revoluções de 1930, 1932 e o Estado Novo, o paulistano viveria uma abstinência eleitoral de 27 anos. Durante o regime militar, foram mais 20 anos sem voto. Com o fim da ditadura, o eleitor voltou às urnas e a cidade vive o maior período com prefeitos eleitos pelo voto direto.
6 de outubro de 2012
“Are we all Malufists now?”
Número de candidatos a prefeito em São Paulo que propõem claramente a demolição do Minhocão ainda durante seus quatro anos regulamentares de mandato: 0.
Número de candidatos a vereador — até one pude saber — em São Paulo que propõem claramente a demolição do Minhocão ainda durante seus quatro anos regulamentares de mandato: 0.
(os zeros também se repetem no que concerne à recuperação do antigo verde do Parque D. Pedro II e da demolição do Viaduto Plínio de Queirós, que liga a Av. Nove de Julho a si mesma e que matou a Praça 14Bis)
12 de setembro de 2011
23 de janeiro de 2011
Entre o que foi planejado e o que foi feito
15 de novembro de 2010
8 de setembro de 2010
O destino do velho Hotel Cambridge da Praça da Bandeira
Claro que não sou contra a reocupação de prédios no centro, muito pelo contrário, mas será que moradia popular seria o destino mais adequado a este prédio?
Anyway, o que eu sei é que as festas que acontecem nos andares térreos, principalmente a Trash 80’s, que acontece na região desde 2002, deram uma revivida em toda aquela área próxima do Metrô Anhangabaú, e hoje em dia muitas pessoas de toda a cidade costumam movimentar o comércio e as casas noturnas do prédio do Cambridge e nos prédios ao redor todos os fins-de-semana. Essas atividades não deveriam ser coibidas quaisquer que fossem os planos.
E, por fim, queria deixar registrado aqui que o espaço do antigo Bar do Hotel Cambridge deveria ser restaurado e preservado de acordo com suas formas originais. Afinal de contas, naquele espaço histórico muita coisa aconteceu nestes anos todos.
Anyway, o que eu sei é que as festas que acontecem nos andares térreos, principalmente a Trash 80’s, que acontece na região desde 2002, deram uma revivida em toda aquela área próxima do Metrô Anhangabaú, e hoje em dia muitas pessoas de toda a cidade costumam movimentar o comércio e as casas noturnas do prédio do Cambridge e nos prédios ao redor todos os fins-de-semana. Essas atividades não deveriam ser coibidas quaisquer que fossem os planos.
E, por fim, queria deixar registrado aqui que o espaço do antigo Bar do Hotel Cambridge deveria ser restaurado e preservado de acordo com suas formas originais. Afinal de contas, naquele espaço histórico muita coisa aconteceu nestes anos todos.
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5 de julho de 2010
10 de junho de 2010
Mario AV vai ao Metrô
Ele andou no primeiro dia da nova Linha Amarela… e escreveu no blog dele. Também fiz uns comentários por lá, anyway.
5 de maio de 2010
São Paulo, Moscou
Trecho desta matéria do site da Radio Free Europe/Radio Liberty:
A chronic dilemma facing Moscow planners and the city's nearly 9 million residents is gridlock. Cars in another chronically clogged city, New York, travel at an average speed of 38 kilometers an hour. In Moscow, the number is just 21, and it's only set to get worse -- Russia's Transportation Ministry predicts the number of cars in Moscow is set to double to 8 million by 2015.
The Genplan includes numerous plans for parking garages and improved traffic flow. But critics like transport expert Mikhail Blinkin say that for now, the city's mania for knocking down buildings and constructing bigger ones in their place outpaces any practical strategy on traffic management, and that there is simply no room for the capital's cars and trucks.
"I'll give you the simplest example. We demolish five-story buildings from the Soviet times and put up a 30-story building in their place. The surrounding transport network, for cars and public transportation, we leave unchanged," Blinkin said.
"I always make this comparison: if we try to pour five liters of water into a three-liter jar, it will overflow. But that's what we do every day."
The Genplan last month prompted a rare confrontation between city officials and the Public Chamber, a state oversight body. City officials walked out of a Public Chamber debate on the Genplan after chamber members attacked the plan.
Speaking at the meeting, Marat Gelman, an influential gallery owner and former assistant director at Russia's Channel One broadcaster, said the plan was motivated by greed and indifference. "For us, Moscow is love," he said. "But for Luzhkov, it's a vegetable plot to harvest from."
A chronic dilemma facing Moscow planners and the city's nearly 9 million residents is gridlock. Cars in another chronically clogged city, New York, travel at an average speed of 38 kilometers an hour. In Moscow, the number is just 21, and it's only set to get worse -- Russia's Transportation Ministry predicts the number of cars in Moscow is set to double to 8 million by 2015.
The Genplan includes numerous plans for parking garages and improved traffic flow. But critics like transport expert Mikhail Blinkin say that for now, the city's mania for knocking down buildings and constructing bigger ones in their place outpaces any practical strategy on traffic management, and that there is simply no room for the capital's cars and trucks.
"I'll give you the simplest example. We demolish five-story buildings from the Soviet times and put up a 30-story building in their place. The surrounding transport network, for cars and public transportation, we leave unchanged," Blinkin said.
"I always make this comparison: if we try to pour five liters of water into a three-liter jar, it will overflow. But that's what we do every day."
The Genplan last month prompted a rare confrontation between city officials and the Public Chamber, a state oversight body. City officials walked out of a Public Chamber debate on the Genplan after chamber members attacked the plan.
Speaking at the meeting, Marat Gelman, an influential gallery owner and former assistant director at Russia's Channel One broadcaster, said the plan was motivated by greed and indifference. "For us, Moscow is love," he said. "But for Luzhkov, it's a vegetable plot to harvest from."
4 de maio de 2010
3 de maio de 2010
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