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28 de outubro de 2010

Pensa uma coisa

Entre 1894 e 1917, Finlândia e Turcomenistão faziam parte de um mesmo país.

2 de junho de 2010

A flotilha de Gaza

Bom, eu teria medo de sequer passar a mão na bunda de uma PM. Agora, imagina atacar com uma barra de ferro um soldado israelense…

30 de abril de 2010

Será que existem mais Macintoshes na Islândia do que em todo Bangladesh?

Islândia: população de 300 mil pessoas.

Falantes de islandês: uns 300 mil, praticamente a mesma quantia de islandeses.

Bangladesh: população de 156 milhões de pessoas.

Falantes de bengali: 230 milhões, distribuídos em sua imensa maioria por Bangladesh e pelo estado indiano de Bengala Ocidental.

25 de maio de 2009

Coreia do Norte, mais uma vez

Pois é, conversa vai, conversa vem, reunião de líderes vai, reunião de líderes vem, e aí vem o país do Kim Jong-Il lembrar que apesar do lenga-lenga, tudo continua como antes no quartel de Abrantes, lançando uns mísseis e fazendo mais testes nucleares (mais detalhes no Estadão e no G1).

A ONU, vai se reunir, mas não vai decidir nada de muito sério como sempre, uma vez que Rússia e principalmente China, membros permanentes do Conselho de Segurança e com direito a veto, no fundo gostam de ver o todo-poderoso EUA e seus aliados principais na Ásia (Coreia do Sul e Japão) serem fustigados e atormentados pelo pequeno regime comunista — faz parte do tal “balanço do poder” que tanto Pequim quanto Moscou buscam restabelecer desde que a Guerra Fria acabou.

Isto posto, vamos lembrar que a Coreia do Norte é uma estagnação só, tanto em termos sociais como políticos. Ver uma manifestação pública coordenada pelo estado nas praçonas centrais da capital Pyongyang é ver pela enésima vez um filme que se repete há décadas seguidas.

De fato, nos dias de hoje a chantagem atômica é o único produto que a Coreia do Norte consegue produzir e exportar com eficiência. E é por isso que, apesar da dança das conversas, o programa nuclear do país não vai acabar tão cedo.