Vi esta semana nas prateleiras da Livraria Cultura de São Paulo o novo livro de Michael Crichton: Prey. A história dessa vez é sobre uma praga de micro-robôs que se auto-reproduzem e possuem uma inteligência artificial coletiva que se volta para atacar humanos, que são a “presa” do título do livro. Pelo jeito deve ser interessante…
5 de dezembro de 2002
Vi esta semana nas prateleiras da Livraria Cultura de São Paulo o novo livro de Michael Crichton: Prey. A história dessa vez é sobre uma praga de micro-robôs que se auto-reproduzem e possuem uma inteligência artificial coletiva que se volta para atacar humanos, que são a “presa” do título do livro. Pelo jeito deve ser interessante…
“Em primeiro lugar a Vodka é uma mulher elegante. Mulher elegante é aquela que quando gira na sala para você admirar você sabe que estará igualmente linda na volta para casa. Mulher elegante é aquela que para a maioria dos homens é gelada, mas desce quente com aquele que ela escolheu. Mulher elegante é aquela que deixa gosto só na tua boca e não para todos os outros saberem por onde andou. Mulher elegante é aquela que ri baixinho quando põe açúcar na fruta da sobremesa já que é magra e pode. Mulher elegante é aquela que quando sabe que é hora de ir embora, deixa você tomar uma cervejinha para refrescar a boca e sabe que você vai acordar bem.
Vodka é a bebida que diz “olá” quando vê o gelo no copo. Impossível de congelar, ela domina o frio. Mesmo num congelador dos mais cheios sua forma sempre encaixa e sua tampa por mais simples que pareça nunca vaza. Mesmo que ela espere sair da garrafa e encontrar um “meio flute” como destino essa bebida sorri quando vê o limão a sua espera, pois para ela o limão e a areia do açúcar nada mais é do que um feriado de 4 dias num resort.
Vodka não muda a cada gole. Vodka não expulsa o gosto da fruta convidada para o evento. Até para quem não gosta do açúcar, a Vodka pega o doce da fruta pela mão e trás para o show assim como a atriz premiada dedica seu Oscar a todos que a ajudaram. Vodka não dissolve o gelo, namora ele e faz o copo suar de vergonha. Vodka tem nome de mulher bonita.”
Freddy Bilyk
Vodka é a bebida que diz “olá” quando vê o gelo no copo. Impossível de congelar, ela domina o frio. Mesmo num congelador dos mais cheios sua forma sempre encaixa e sua tampa por mais simples que pareça nunca vaza. Mesmo que ela espere sair da garrafa e encontrar um “meio flute” como destino essa bebida sorri quando vê o limão a sua espera, pois para ela o limão e a areia do açúcar nada mais é do que um feriado de 4 dias num resort.
Vodka não muda a cada gole. Vodka não expulsa o gosto da fruta convidada para o evento. Até para quem não gosta do açúcar, a Vodka pega o doce da fruta pela mão e trás para o show assim como a atriz premiada dedica seu Oscar a todos que a ajudaram. Vodka não dissolve o gelo, namora ele e faz o copo suar de vergonha. Vodka tem nome de mulher bonita.”
Freddy Bilyk
4 de dezembro de 2002
E enquanto isso, mais uma vez tenta-se reerguer o centro.
Fico pensando aqui se uma definitiva recuperação do centro não passaria por uma correção dos erros que acabaram sufocando esta parte da cidade nestes anos todos…
Fico pensando aqui se uma definitiva recuperação do centro não passaria por uma correção dos erros que acabaram sufocando esta parte da cidade nestes anos todos…
O Cine Belas Artes fecha as portas nesta quinta-feira.
Ponto tradicional de encontro das pessoas que queriam assistir filmes na região da Av. Paulista, este cinema teve de uma certa forma uma trajetória um tanto parecida com os outros grandes cinemas que existiam no centro da cidade de São Paulo: começou com uma grande sala com uma platéia inferior e outra superior, que foi dividida em duas, depois dividida em 4 para depois ser dividida nas atuais 6 salas.
Quando conheci este cinema nos anos 90 ele já estava decadente (embora ainda não tivesse o quiosque de café expresso que ajudou a descaracterizá-lo). Por fora ainda há ainda o mármore da entrada, que provavelmente é original, mas por dentro as salas são mixurucas e costumam apresentar problemas. Uma vez fui assistir numa delas a nova edição de Star Wars I e o filme teve problemas de áudio enquanto estava sendo exibido. Diante da chiadeira geral da platéia, eles pararam a exibição e recomeçaram alguns minutos depois.
Essa desativação é mais uma prova que a atual tendência de abandono dos cinemas “externos” para se concentrar as salas de cinema exclusivamente dentro dos shopping centers continua indo em frente.
Ponto tradicional de encontro das pessoas que queriam assistir filmes na região da Av. Paulista, este cinema teve de uma certa forma uma trajetória um tanto parecida com os outros grandes cinemas que existiam no centro da cidade de São Paulo: começou com uma grande sala com uma platéia inferior e outra superior, que foi dividida em duas, depois dividida em 4 para depois ser dividida nas atuais 6 salas.
Quando conheci este cinema nos anos 90 ele já estava decadente (embora ainda não tivesse o quiosque de café expresso que ajudou a descaracterizá-lo). Por fora ainda há ainda o mármore da entrada, que provavelmente é original, mas por dentro as salas são mixurucas e costumam apresentar problemas. Uma vez fui assistir numa delas a nova edição de Star Wars I e o filme teve problemas de áudio enquanto estava sendo exibido. Diante da chiadeira geral da platéia, eles pararam a exibição e recomeçaram alguns minutos depois.
Essa desativação é mais uma prova que a atual tendência de abandono dos cinemas “externos” para se concentrar as salas de cinema exclusivamente dentro dos shopping centers continua indo em frente.
3 de dezembro de 2002
Ah, e falando em Pearl Jam, acabei de assistir na MTV o novo clip deles, “I Am Mine”. Se não me engano, é a primeira vez que os integrantes da banda aparecem num clip deles desde quando Kurt Cobain se suicidou em 1994, algo que acabou deixando o Pearl Jam um tanto amedrontado diante da exposição de imagem do “show buisiness”.
Horários em que há maior circulação de e-mail nas listas:
1. Entre 10:30h e 12:00h, antes da hora do almoço nas empresas;
2. Entre 16:00h e 18:00h, antes do horário de saída nas empresas:
3. Entre 22:00h e 00:00h, antes do horário em que as pessoas que trabalham em empresas costumam dormir.
O horário mais “silencioso” em termos de circulação de e-mail durante o período em que a maioria das pessoas está acordada é entre as 20:00h e 22:00h, justamente quando passam na TV Globo o Jornal Nacional e depois, a novela.
1. Entre 10:30h e 12:00h, antes da hora do almoço nas empresas;
2. Entre 16:00h e 18:00h, antes do horário de saída nas empresas:
3. Entre 22:00h e 00:00h, antes do horário em que as pessoas que trabalham em empresas costumam dormir.
O horário mais “silencioso” em termos de circulação de e-mail durante o período em que a maioria das pessoas está acordada é entre as 20:00h e 22:00h, justamente quando passam na TV Globo o Jornal Nacional e depois, a novela.
Do NoMinimo Weblog:
Cinema com lupa
01.Dez.2002 | Em Inteligência Artificial, o belo filme com roteiro de Stanley Kubrick e direção de Steven Spielberg, somos forçados a acreditar que os robôs levam uma carga e saem funcionando por toda a eternidade sem nunca gastar – uma pequena bobagem, não quebrasse ao mesmo tempo a primeira e a segunda leis da termodinâmica.
Já no excelente noir Los Angeles, cidade proibida, não bastasse Kim Bassinger abusar da beleza, o espectador atento é forçado a engolir revistas de fofoca com o título escrito em Helvetica Condensada, uma fonte de 1974 – embora o filme se passe nos anos 40, 50 – ou manchetes de jornal impressas em ITC Kabel Black, fonte de 76.
Piora em Caubóis do Espaço, filme bem interpretado por um time de feras, incluindo o diretor Clint Eastwood. Não precisava, pois, abusar da astronomia. Num momento, um garoto pergunta o que aconteceria se você saltasse dum trampolim no espaço, ao que o astronauta responde que você subiria, subiria, subiria... só que, do espaço, não dá para saltar. Os erros se amontoam, mas o melhor deles, contando, estraga o final.
Erros, erros, erros. Três sites de erros em cinema: erros físicos, tipográficos e astronômicos. (Nada a ver com a qualidade artística do produto final.)
> Bad Astronomy
http://www.badastronomy.com/bad/movies/
> Insultingly stupid movie physics
http://www.intuitor.com/moviephysics/
> The use (and misuse) of period typographics in movies
http://www.ms-studio.com/typecasting.html
> via Geek Life
http://www.geeklife.com/
Cinema com lupa
01.Dez.2002 | Em Inteligência Artificial, o belo filme com roteiro de Stanley Kubrick e direção de Steven Spielberg, somos forçados a acreditar que os robôs levam uma carga e saem funcionando por toda a eternidade sem nunca gastar – uma pequena bobagem, não quebrasse ao mesmo tempo a primeira e a segunda leis da termodinâmica.
Já no excelente noir Los Angeles, cidade proibida, não bastasse Kim Bassinger abusar da beleza, o espectador atento é forçado a engolir revistas de fofoca com o título escrito em Helvetica Condensada, uma fonte de 1974 – embora o filme se passe nos anos 40, 50 – ou manchetes de jornal impressas em ITC Kabel Black, fonte de 76.
Piora em Caubóis do Espaço, filme bem interpretado por um time de feras, incluindo o diretor Clint Eastwood. Não precisava, pois, abusar da astronomia. Num momento, um garoto pergunta o que aconteceria se você saltasse dum trampolim no espaço, ao que o astronauta responde que você subiria, subiria, subiria... só que, do espaço, não dá para saltar. Os erros se amontoam, mas o melhor deles, contando, estraga o final.
Erros, erros, erros. Três sites de erros em cinema: erros físicos, tipográficos e astronômicos. (Nada a ver com a qualidade artística do produto final.)
> Bad Astronomy
http://www.badastronomy.com/bad/movies/
> Insultingly stupid movie physics
http://www.intuitor.com/moviephysics/
> The use (and misuse) of period typographics in movies
http://www.ms-studio.com/typecasting.html
> via Geek Life
http://www.geeklife.com/
6 filmes sexies que eu gostei de assistir:
• Henry & June, 1990;
• A Insustentável Leveza do Ser (The Unbearable Lightness of Being, 1988);
• Dublê de Corpo (Body Double, 1984);
• Instinto Selvagem (Basic Instinct, 1992);
• A Marca da Pantera (Cat People, 1982).
• Update (03/12/2002): Veludo Azul (Blue Velvet, 1986) — como é que eu pude me esquecer?…:-)
• Henry & June, 1990;
• A Insustentável Leveza do Ser (The Unbearable Lightness of Being, 1988);
• Dublê de Corpo (Body Double, 1984);
• Instinto Selvagem (Basic Instinct, 1992);
• A Marca da Pantera (Cat People, 1982).
• Update (03/12/2002): Veludo Azul (Blue Velvet, 1986) — como é que eu pude me esquecer?…:-)
Rede Mulher, TV que tem como dona a Igreja Universal do Reino de Deus, proibiu presépios e temas esotéricos na sua programação. Está na cara que a IURD quer intensificar o uso de suas TVs como canais de evangelização. Basta ver o que está acontecendo na Record, onde “infiéis” como Amaury Jr. foram demitidos sem maiores explicações e pastores são inseridos em programas como “Turma do Gueto”. Bom, mas se for pensar bem o objetivo dos endinheirados pastores quando compraram essas duas emissoras com os milhões dos dízimos e contribuições de seus fiéis foi sempre esse mesmo.
2 de dezembro de 2002
Um dos aspectos mais chatos da primavera/verão para mim é quando eu saio para dançar à noite. O calor me atrapalha muito, tenho que sair da pista de tempos em tempos para baixar a minha temperatura, que fica tão alta que suspeito que se alguém me jogasse um ovo, ele fritaria. E para piorar a situação, a maioria dos lugares onde vou não tem um sistema de ar condicionado decente…:-/
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